Mercado imobiliário: opção para pequenos e médios investidores

Após anos de queda do mercado imobiliário brasileiro, o cenário começou a mudar em meados de 2019 — taxas de juros caindo, nova lei dos distratos, sucesso de vendas em lançamentos e imóveis recuperando preços. Vislumbrava-se que o Brasil vivenciaria um novo ciclo virtuoso no setor, de forma muito mais responsável e consistente.

Para os especialistas, 2020 seria o melhor dos últimos seis anos. Porém, com a pandemia, tudo virou um grande ponto de interrogação. Será que vale a pena investir no mercado imobiliário? Essa ainda é uma boa opção para pequenos e médios investidores? Para responder essas questões, a Noblesse traz o artigo de Eduardo Sukienik, CEO da empresa e especialista no setor imobiliário há mais de 30 anos. Acompanhe!

O mercado imobiliário na pandemia

Para analisar o mercado imobiliário em relação a investidores nos tempos de pandemia, considero quatro pontos importantes: o primeiro, refere-se à taxa de juros do Brasil, que nunca esteve em níveis tão baixos; o segundo, com relação às incertezas político-econômicas e sanitárias, que implicam um elevado aumento dos riscos no mercado de capitais; o terceiro, que o imóvel passou e ter um papel de maior protagonismo na vida das pessoas; e o quarto, quando nota-se que o governo está vendo o segmento imobiliário como canal de recuperação da economia, promovendo muitas medidas de incentivo ao setor.

Pois o fato é que, mesmo em isolamento social, com imobiliárias e estandes de vendas fisicamente fechados, o mercado imobiliário não parou. Pelo contrário, o segmento sinaliza uma incrível e progressiva aceleração. Aliás, ressalto a impressionante performance desse mercado diante da quase estagnação das atividades econômicas atuais. Crescimento esse ainda aquém dos níveis pré-pandemia, mas quando comparado a outro setores, vê-se imensa expressão.

Por que o setor imobiliário volta a ser uma boa opção para o pequeno e médio investidor?

Inicialmente, porque o mercado financeiro passou a ser uma opção de dois extremos: sem riscos, os ganhos são ínfimos, próximos a 2,5% ao ano. Já na opção “correr riscos”, é inegável que, diante do atual cenário, estes nunca estiveram em patamares tão elevados.

Em contrapartida, o mercado imobiliário — salvo em análises de operações de swing trade (revendas em curto prazo) — sempre foi um bom e seguro investimento. Em um horizonte mais alongado, a curva de valorização de imóveis quase sempre aponta para cima. Destaca-se que o imóvel também pode gerar renda recorrente, além da própria valorização.

Mudanças no comportamento de consumo

O que estamos vendo é uma clara sinalização de aumento da demanda por conta do protagonismo que o imóvel de moradia assumiu na vida das pessoas, que agora valorizam o “ficar mais em casa”, “trabalhar em casa”, “curtir momentos em casa com a família”. O brasileiro, ao longo do isolamento social, começou a valorizar o papel da sua moradia em sua vida, o que vem modificando e estimulando seu comportamento de consumo, optando-se por imóveis maiores, mais área verde, mais área livre e maior conforto.

Soma-se, a esse novo padrão de consumo, os incentivos que o Governo está oferecendo, tanto para a indústria imobiliária quanto para os compradores: crédito farto, não seletivo e barato! Assim, a sinalização de aumento de demanda fica ainda mais forte.

Imóvel como investimento seguro e rentável

Além da valorização que se vislumbra por conta desse aumento da demanda, o imóvel também é gerador de receita. Alugar a 0,4% ao mês em relação ao valor investido, quando a rentabilidade de uma CDB (Certificado de Depósito Bancário) chegava próximo de 1%, era um péssimo negócio, mas hoje, diante das atuais taxas praticadas, passou a ser um investimento incrivelmente rentável na realidade do Brasil.

Como em qualquer investimento, no setor imobiliário é preciso conhecer o mercado, estar bem assessorado, investir em empresas sólidas e em produtos vencedores. Um imóvel é uma moeda forte e um investimento seguro! Sempre foi bom, e agora é melhor ainda. Conte com a Noblesse e faça um ótimo investimento.

Artigo assinado por Eduardo Sukienik, CEO da Noblesse e especialista no setor imobiliário

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Ganho Capital: imposto sobre o lucro imobiliário na venda de imóveis por pessoa física

A aquisição ou venda de imóveis é regida por uma série de normas do Direito Imobiliário, ramo responsável por regular as relações jurídicas decorrentes da propriedade de bens imóveis. Uma das dúvidas mais recorrentes diz respeito ao imposto sobre o lucro imobiliário na venda de imóveis por pessoa física. Esse imposto é sempre devido ou existem formas de isenção? Para resolver essa dúvida, a Noblesse traz o artigo de Patrícia Cé, legal advisor da companhia e especialista em Direito Imobiliário. Acompanhe a leitura!

Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário

O Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário é um imposto de competência Federal cobrado sempre que a Receita infere que o vendedor (pessoa física) obteve lucro com uma negociação. Assim, se o valor da primeira compra for inferior ao valor da revenda, haverá tributação.

A alíquota do Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário varia de acordo com os ganhos recebidos na transação, devendo o recolhimento do imposto ocorrer até o último dia útil do mês subsequente ao da alienação. Funciona da seguinte forma: 

– 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5.000.000,00;                 

– 17,5% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 e não ultrapassar R$ 10.000.000,00;

– 20% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10.000.000,00 e não ultrapassar R$ 30.000.000,00; 

– 22,5% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30.000.000,00.

Isenção

Porém, em alguns casos específicos, é possível que a transação seja passível de isenção de imposto. Alguns exemplos são bens de pequeno valor, avaliados em até R$ 35.000,00; venda do único bem imóvel que o titular possua (individualmente, em condomínio ou comunhão) por até R$ 440 mil, desde que não tenha realizado outra alienação de imóvel nos últimos 5 anos, assim como herança de imóveis antigos também têm direito à isenção ou abatimento. Imóveis adquiridos entre 1969 até 1988 enquadram-se no fator redutor de 5% ao ano proporcional ao intervalo de 20 anos. Por exemplo, para um imóvel adquirido em 1981, o percentual de redução será de 40%.

A isenção pode ser aplicada, ainda, nos contratos de permuta de imóveis residenciais, na venda ou aquisição de imóvel residencial em construção ou na planta. Entretanto, é importante destacar que a isenção não se aplica à hipótese de vender um imóvel para aplicar os recursos na construção de outro imóvel.A dica para analisar o fator de redução de impostos é sempre consultar um profissional da área de contabilidade ou realizar a simulação no programa disponibilizado pela Receita Federal sobre o Ganho de Capital/2020.

Valor da Corretagem

Sempre que a transação for realizada com a intermediação de empresa do ramo imobiliário ou profissional habilitado pelo CRECI, desde que devidamente comprovada a despesa, é permitido ao alienante/vendedor deduzir do preço de venda do imóvel o valor pago a título de corretagem para fins de cálculo do ganho de capital, conforme dispõe a Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal número 84/2001, Art. 19, § 4º. 

Compra e venda, a prazo ou à vista: como funciona a isenção?

Em casos de venda a prazo e a compra à vista, para se ter o benefício da isenção ou redução do imposto é necessário utilizar o total dos valores recebidos dentro do prazo de 180 dias, contados a partir da data da celebração do primeiro contrato de venda até a data da aquisição do novo imóvel residencial. Já para o caso inverso, ou seja,  venda à vista e a aquisição a prazo, considera-se os valores recebidos à vista e utilizados nos pagamentos do imóvel novo adquirido dentro do prazo de 180 dias, contados da data da celebração do primeiro contrato de venda até a data da aquisição do novo imóvel residencial.

Artigo assinado por Patrícia Cé, legal advisor da Noblesse

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Noblesse. Nós temos um time de especialistas no mercado imobiliário totalmente preparado para atender você da melhor forma possível. Conte conosco! 

    

Absoluta em bairros nobres: saiba tudo sobre a Noblesse

Porto Alegre tem novamente a presença da imobiliária Noblesse, que retomou suas atividades no início de março de 2020. A tradicional marca do ramo imobiliário, fundada em 1996, foi uma das maiores do Rio Grande do Sul. Vendida em 2007 para a Brasil Brokers, a Noblesse foi comprada novamente pelo empresário e administrador de empresas Eduardo Sukienik. O novo CEO é ex-proprietário da Companhia e recomprou os direitos da marca, retomando as operações em 2020. 

A Noblesse se localiza no décimo primeiro andar do FK Convenience Office, em frente ao shopping Iguatemi de Porto Alegre. Com cerca de 30 corretores e 10 funcionários  administrativos, a companhia promete acirrar a competição no mercado imobiliário de médio e alto padrão. A projeção para a marca no Estado em 2020 é abrir operações próprias de vendas e locação, implementar um modelo inovador de franquias e também um sistema para gestão de leads para clientes incorporadores.

Pilares em tradição e inovação

Para se manter no mercado uma marca deve, simultaneamente, prezar pela tradição, mas também investir em inovações. A Noblesse alinha perfeitamente estas duas qualidades essenciais: por um lado, aspectos tradicionais como excelência no atendimento, seleção e rigoroso treinamento de equipe, primor na carteira de imóveis, agilidade e transparência em sua relação com clientes, proprietários e demais parceiros estão na base do trabalho. Já a inovação se dá no que o Sukienik chama de “governança de leads”, ou seja, modelo inovador de geração, qualificação e  gestão de leads. Para as incorporadoras, esta tecnologia permite assegurar que os clientes em potencial sejam bem atendidos, com completo acesso em tempo real. Já para os clientes, além do bom atendimento, é a garantia de que o atendimento desempenhado pelo corretor seja monitorado e fiscalizado. 

A seleção de imóveis também é um dos diferenciais da empresa, pois os mesmos só são incluídos na carteira após passarem por um criterioso processo de avaliação. Só entram na cartela da Noblesse imóveis em perfeito estado, com ótima localização e toda a documentação em dia. Assim, optar pela imobiliária Noblesse é a certeza de escolher excelentes imóveis nos bairros mais nobres de Porto Alegre.

Retomada do setor imobiliário

A volta da Noblesse ao mercado gaúcho coincide com a retomada no setor imobiliário, que volta ao ritmo após a severa crise entre 2014 e 2018. “Estamos retomando nossas atividades com um agressivo plano de expansão. A Noblesse volta mais  moderna, mais conectada, mais inovadora e, acima de tudo, mantendo a essência de ser uma empresa com profissionais diferenciados, com corretores que foram criteriosamente selecionados para fazer parte dessa nova etapa da imobiliária”, conta Eduardo Sukienik. 

Para fazer a escolha certa entre os melhores imóveis nos bairros mais nobres de Porto Alegre, conte com a Noblesse. Para saber mais sobre o nosso trabalho, acesse o  site.